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Tráfego Pago

Tráfego Pago para Advogados Criminalistas

Advogado criminalista sabe que cliente de direito penal não marca reunião com antecedência. A ligação chega às duas da manhã, com a família em pânico porque prenderam alguém em flagrante. Nessa hora, quem aparece primeiro na busca fecha o caso. O tráfego pago para advogados criminalistas existe pra garantir que, no momento exato em que a pessoa digita “advogado plantão criminal” no celular, seja o seu número que apareça, não o do escritório da esquina.

Pra ter noção da disputa: a advocacia criminal é uma das áreas com mais procura paga no Google no Brasil, com faixa perto de 27 mil buscas mensais só pra termos como “advogado criminalista”. E a concorrência é feroz: o país já passou de 1,3 milhão de advogados inscritos na OAB, a maior proporção por habitante do mundo, segundo o Conselho Federal. Muita gente boa brigando pela mesma palavra-chave, e quem não tem método fica pra trás.

Nos nossos 13 anos gerindo Google e Meta Ads pra escritórios brasileiros, a gente aprendeu que direito penal é um dos nichos onde velocidade de resposta e segmentação certa fazem mais diferença. Não adianta gastar com clique de curioso ou de quem procura defensoria. O jogo é atrair o caso qualificado e virar esse clique em conversa no WhatsApp antes que ele ligue pro próximo nome da lista.

Por que advocacia criminal precisa de tráfego pago

Indicação sempre vai existir no criminal, e é ótima. Só que tem teto e é imprevisível. Tem mês que chega três, tem mês que não chega nenhuma. Quando o escritório depende só disso, a agenda vira gangorra: ora lotada, ora parada, sem planejamento possível.

O comportamento de quem busca defesa criminal também mudou. A pessoa não pede indicação quando o filho tá na delegacia, pega o celular e busca. Termos como “advogado para audiência de custódia” ou “relaxamento de prisão em flagrante” têm intenção altíssima: quem digita isso tá com o problema acontecendo agora. Estar na frente dessa busca é a diferença entre pegar o caso ou perder pro concorrente que anuncia.

E tem a matemática. O ticket de uma defesa criminal costuma ser alto: habeas corpus, acompanhamento de processo, defesa no tribunal do júri. Quando o honorário médio passa de alguns milhares de reais, faz todo sentido pagar por clique pra atrair esse cliente. Se um caso fechado paga semanas de anúncio, a conta fecha com folga, e o escritório escala sem depender da sorte da indicação.

Benchmark de custos: CPC, CPL e CAC na advocacia criminal

Antes da tabela, um aviso de honestidade: número de benchmark é referência, não promessa. Os valores abaixo saem de faixas públicas do mercado jurídico brasileiro em 2025 e 2026 misturadas com contas que a gente gere. O seu número real depende de fatores que mudam tudo: a área dentro do penal (tráfico, crime econômico, júri), a cidade, a qualidade da página e o ticket. Use como bússola, não garantia.

Canal Métrica Faixa observada (BR) Observação
Google Ads CPC R$ 4 a R$ 18 Termos de urgência (flagrante, custódia) puxam mais caro
Google Ads CPL R$ 60 a R$ 180 Alta intenção, mas exige negativar termos de curioso
Meta Ads CPL R$ 25 a R$ 90 Lead mais frio, bom pra topo e remarketing
YouTube CPL R$ 30 a R$ 110 Autoridade e prova de atuação; barateia o custo geral
Consolidado CAC R$ 200 a R$ 600 Custo por cliente que assina contrato, não por lead

Repare no salto entre CPL e CAC. Um lead custa uma coisa, mas nem todo lead vira cliente: muita gente pergunta preço, some, ou não tinha condição de contratar. Por isso o número que manda no bolso é o CAC, quanto custa cada contrato fechado, e ele só faz sentido comparado ao valor do cliente. Se um caso de defesa paga vários meses de anúncio, pagar R$ 400 ou R$ 500 por cliente é barato. Quem olha só o CPL perde a visão do que importa.

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Estratégia por canal: Google, Meta e YouTube

Cada canal tem um papel no funil do criminalista, e usar os três junto é o que separa o escritório amador do que escala. A gente monta a estrutura pra que um alimente o outro, sem desperdício.

Google Ads é o canal da urgência, a base de tudo no criminal. É onde a pessoa em desespero digita “advogado criminal agora” e precisa de resposta na hora. A gente estrutura Search com palavras de alta intenção, negativa pesada pra cortar quem busca gratuidade ou defensoria, e extensão de chamada pra ligar direto do anúncio. É o clique mais caro, mas o caso mais quente.

Meta Ads (Instagram e Facebook) trabalha quem ainda não tá em crise, mas conhece alguém que pode precisar, ou salvou seu contato pra quando der. Aqui entra conteúdo de autoridade, posicionamento do escritório e remarketing pra quem visitou o site e não chamou. É lead mais frio e barato, ótimo pra manter o funil cheio entre os picos de urgência.

YouTube é o canal da confiança, e no criminal confiança vale ouro. Vídeo curto explicando o direito de quem foi preso, o que fazer numa audiência de custódia ou como funciona a fiança gera autoridade e faz a pessoa te escolher antes mesmo de precisar. Quando o cliente busca no Google depois, ele já te conhece, o que derruba o custo de aquisição geral.

A combinação vencedora é essa: YouTube e Meta plantam a marca e capturam o lead frio, Google fecha a urgência, e o remarketing costura tudo perseguindo quem já demonstrou interesse. Pra entender a lógica dessa integração, montamos um guia completo de tráfego pago que abre o método camada por camada.

Compliance OAB: o que derruba anúncio de advogado

Aqui é onde muito criminalista se queima. O Provimento 205/2021 da OAB regula a publicidade da advocacia, e o classificador do Google e da Meta também barra promessa em nicho jurídico. Anúncio que promete resultado, se autointitula “o melhor” ou oferece “consulta gratuita” pode ser reprovado e ainda dar dor de cabeça no Tribunal de Ética. A regra de ouro: troque promessa por atuação técnica. O anúncio jurídico mais valioso não é o que grita superlativo, é o que cita a referência certa e mostra domínio do tema.

  • Em vez de “o melhor criminalista da cidade”, use “atuação em Direito Penal em [cidade]”.
  • Em vez de “resultado garantido no habeas corpus”, use “atuação técnica em pedidos de liberdade”.
  • Em vez de “consulta gratuita e plantão 24h”, use “atendimento por WhatsApp”.
  • Em vez de “especialista em tráfico”, use “atuação em crimes da Lei 11.343/2006”.
  • Em vez de “recupere sua liberdade”, use “análise técnica de prisão em flagrante”.

A prova social que funciona sem violar a OAB é a que fala de tema, não de vitória. Citar que o escritório atua em audiências de custódia, acompanha casos sob a Súmula Vinculante 11 sobre uso de algemas, ou trabalha com pedidos de relaxamento de prisão sinaliza competência real e passa longe da promessa proibida. É informativo, é compliant, e filtra o cliente sério do curioso.

WhatsApp-first e a conversão fantasma

No criminal, quase todo lead termina no WhatsApp. A pessoa clica no anúncio e quer falar com um humano agora, não preencher formulário longo. Por isso o funil que a gente monta é WhatsApp-first: anúncio, página curta com botão de conversa, atendimento rápido do outro lado. Quanto menos passos entre o clique e a mensagem, mais caso você fecha.

Só que aí nasce um problema clássico, a conversão fantasma. O cliente clica, conversa no WhatsApp, assina contrato, e o Google e a Meta não enxergam nada disso. Pra plataforma, o dinheiro foi gasto sem retorno, então o algoritmo otimiza errado e joga seu orçamento pro público errado. Você fecha caso mas a campanha parece que não funciona.

A solução é rastreamento server-side com CAPI, a API de conversões. A gente amarra o evento de contato no WhatsApp de volta pro clique que gerou ele, mandando o dado direto do servidor pra plataforma. Aí o algoritmo passa a saber quais anúncios geram conversa de verdade e otimiza pra isso, o que baixa o custo com o tempo. Como Google Partner e Meta Business Partner, essa implementação faz parte do que a gente entrega em todos os nossos serviços, porque sem rastreamento certo você tá pilotando no escuro.

Quanto investir em tráfego pago para advocacia criminal

Não existe número mágico, mas existe faixa que funciona conforme o momento do escritório. O erro comum é começar com verba tão baixa que o algoritmo não aprende, ou tão alta sem estrutura que queima dinheiro. Referência do que dá resultado no criminal:

  • Criminalista solo ou começando: R$ 1.500 a R$ 3.000 por mês, foco em Google Search numa cidade.
  • Escritório estabelecido: R$ 4.000 a R$ 8.000 por mês, Google mais Meta, remarketing ativo e mais de uma praça.
  • Escritório em escala: R$ 10.000 ou mais, os três canais rodando e cobertura de várias comarcas.

A forma certa de definir o número é engenharia reversa: comece pela meta de casos por mês, multiplique pelo CAC estimado do nicho, e chegue no orçamento. Quer três casos por mês e o CAC roda em R$ 400? Seu piso de mídia fica por R$ 1.200 mais margem pra teste. É assim que a gente calibra a verba de cada cliente, e dá pra ver o método nos nossos cases.

Perguntas frequentes

Advogado criminalista pode anunciar no Google e no Instagram?

Pode, desde que respeite o Provimento 205/2021 da OAB: anúncio informativo, sem promessa de resultado, sem superlativo como “o melhor” e sem oferta de gratuidade. A gente monta a campanha já dentro dessas regras.

Quanto custa começar com tráfego pago na advocacia criminal?

Pra um criminalista solo, a faixa que costuma funcionar fica entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por mês de mídia, focado em Google Search na sua cidade. Escritório maior trabalha com verba e canais a mais.

Em quanto tempo o tráfego pago traz os primeiros casos?

No Google Search de urgência, os primeiros contatos costumam aparecer já nos primeiros dias, porque a intenção de quem busca é imediata. O que leva algumas semanas é o custo por caso estabilizar.

Vale mais a pena Google ou Meta pra defesa criminal?

Google traz o caso mais quente, porque captura a busca de urgência. Meta e YouTube constroem autoridade e alimentam o funil com lead mais frio a custo menor. O ideal é combinar, não escolher um só.

Como saber se o cliente que fechou veio do anúncio?

Com rastreamento server-side via CAPI, a gente amarra a conversa que virou contrato de volta ao clique que a gerou. Sem isso, a conversão no WhatsApp fica invisível pra plataforma e o algoritmo otimiza no escuro.

Preciso ter site pra rodar tráfego pago como criminalista?

Precisa de uma página de destino, mas não de um site inteiro. No criminal funciona melhor uma página curta com botão de WhatsApp, porque o cliente em urgência quer falar com alguém na hora.

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Direito penal não espera, e a sua presença na busca também não pode. Se você quer transformar o clique de quem precisa de defesa agora em cliente do escritório, com método, compliance e rastreamento de verdade, conheça a nossa página inicial e veja como a gente pode trabalhar junto.

BR

Escrito por Bruno Israel Gonçalves

Especialista em tráfego pago da Agência Tráfego Pago. 13 anos transformando mídia paga em receita previsível para empresas mid-market e enterprise.

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